Polinésia Francesa

As 118 ilhas e atóis que compõem a Polinésia Francesa, no Pacífico Sul, ocupam uma área que equivale à metade do tamanho do Brasil. Incluindo água e terra, são mais de 4 milhões de quilômetros quadrados no meio do Pacífico Sul.

Chamada pelos habitantes locais de “Tahiti et ses iles” (Taiti e suas ilhas), a Polinésia fica literalmente longe de tudo e no meio do nada. O país mais próximo é a Nova Zelândia, 4.000 quilômetros a sudeste.

A Polinésia é formada por cinco arquipélagos: ilhas da Sociedade, Marquesas (onde morreu o pintor Paul Gauguin), Austrais, Mangarevas e Tuamotu. Entre os arquipélagos, o mais famoso e freqüentado, é o da Sociedade, onde se encontra a maior ilha da região, o Taiti (a porta de entrada de todos os turistas que visitam a região), além das ilhas de Bora Bora e Moorea.

A região é produto de erupções vulcânicas. Elas resultaram em ilhas montanhosas (há picos que superam os 1.200 metros de altitude), com vasta vegetação tropical, plantações de abacaxis e coqueiros, praias de areia muito branca e um mar que apresenta uma infinidade de tons de azul, dependendo da profundidade da água e dos corais no fundo. Um passeio de barco pelas baías é como flutuar em uma imensidão de tons de azul. As Flores estão por toda a parte, de todas as cores e feitios. O viajante irá perceber a importância que têm para os polinésios, logo na chegada ao aeroporto, no ritual de boas-vindas, onde as nativas oferecem colares dessas mesmas flores.

São inúmeras as opções de lazer nestas ilhas: pode-se fazer passeios de helicóptero, de canoa ou a pé, mergulho, ou vela e, se tiver coragem, pode até alimentar tubarões.

Paradisíacas, desertas ou intensamente cosmopolitas, as ilhas continuam a ser para muitos, sinônimo de férias de sonho.